Depois de ser apresentado oficialmente ao clube, aos jogadores e à torcida, Tuka Rucha fala da empolgação de pilotar o carro Rubro Negro e mostra que a rivalidade entre os clubes brasileiro na Fórmula SuperLiga será acirrada mas com grande esportividade.

Pizzonia aproveita para brincar sobre a provocação entre os dois clubes.

“- Nossa intenção é ganhar de todas as equipes, não só do Flamengo. Se chegarmos na frente deles, vou falar não só deles como de todos os outros que estiverem atrás” - brincou Pizzonia, que estréia no dia 21, na Alemanha.

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“Estou a muito tempo no automobilismo e nunca vi nada igual como a torcida rubro negra, a emoção da torcida me faz ficar cada vez mais apaixonado, cada dia mais viver isso e hoje o Flamengo mais que nunca faz parte da minha vida ”, Tuka Rocha.

“Depois deste início já pintou vários convites para mudar de categoria, mas agora meu foco é só no Flamengo”.

Enquanto isso, outro piloto apresentado com status de craque era Antônio Pizzonia, que fala do sonho em voltar a F1 e de torcer pelo São Paulo.

“- Por que não? – pergunta ele.

- É um carro muito parecido com o da Fórmula 1. Mas lá tem muita política e na época em que estive lá não estava tão satisfeito” – disse Pizzonia.

“- Peguei uma fase muito difícil na minha estréia na Fórmula 1. Fui contratado pelo Nick Lauda e uma semana depois ele foi mandado embora. E todos que vieram com ele deveriam ir também, inclusive eu. Na Williams, tivemos resultados excelentes com um carro que não era bom e pontuei em quase todas as corridas que disputei. Mas o problema é que a BMW queria um piloto alemão e então eles contrataram o Nick Heidfeld e me botaram para piloto de testes – conta.”